Passar a sacolinha espanta doador e não engaja - Escola Aberta do 3º Setor

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“Por muito tempo, falar de doação no Brasil foi quase sinônimo de improviso. A cena é conhecida: alguém apresenta uma causa, faz um apelo emocionado e, ao final, “passa a sacolinha”. Quem puder ajuda. Quem não puder, agradece e segue. O problema é que esse modelo, além de limitado, já não responde mais às expectativas de quem deseja contribuir de forma consciente.

 

“A cultura de doação amadureceu – ou pelo menos deveria ter amadurecido. Doar hoje não é apenas um gesto de solidariedade; é também uma decisão informada. Cada vez mais pessoas querem entender o que muda de fato quando doam. Qual problema está sendo enfrentado? Quantas pessoas são beneficiadas? Que transformação social está acontecendo? Qual impacto econômico essa iniciativa gera para a comunidade?

 

“Quando essas respostas não aparecem, a confiança diminui. E sem confiança não há cultura de doação forte.

 

“O terceiro setor brasileiro realiza um trabalho gigantesco. Em todas as regiões do país há organizações dedicadas a resolver problemas complexos: educação, pobreza, saúde, meio ambiente, inclusão produtiva. No entanto, muitas dessas iniciativas ainda têm dificuldade de demonstrar, de forma clara e sistemática, seus indicadores de transformação social e impacto econômico.

 

“Sem dados, o esforço fica invisível. (…)”

 

Trecho de artigo produzido por Dolores Bertilla Corrêa, Superintende Geral do Sistema Divina Providência, CEA na Perfil Mobilização de Recursos e Parcerias, e integrante do Movimento por uma Cultura de Doação. Clique aqui para ler na íntegra.