Filantropia e ciência: um encontro necessário - Escola Aberta do 3º Setor

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“A filantropia brasileira é autocentrada demais para ser crítica”, me disse uma filantropa durante entrevistas para minha tese de doutorado, poucos anos atrás. Com frequência, volto a essa afirmação ao me perguntar: por que existem tão poucas pesquisas sobre o campo filantrópico no Brasil? Onde estão os centros de pesquisa sobre filantropia? Quais congressos acadêmicos reúnem pesquisadores interessados em debater “Cultura de Doação”? Diferentemente de muitas partes do mundo, o Brasil reflete pouco sobre sua filantropia e não a enxerga como ciência. Por quê? E, devolvendo a pergunta: por que a filantropia não enxerga a ciência?

“As respostas poderiam ser muitas: baixo reconhecimento do papel da ciência para a sociedade, manutenção da autonomia científica, desconhecimento por parte dos doadores, falta de uma cultura de doação [para ciência], etc. Provavelmente todos esses fatores têm sua contribuição para o baixo investimento da filantropia em ciências no Brasil: os últimos dados do Censo GIFE (2025) indicam que apenas 16% de seus associados investiram em “ciência e tecnologia” em 2024. Para responder a esta problemática com mais precisão, são necessários estudos e pesquisas sobre o tema … e retornamos ao desafio inicial: como a filantropia olhar para a ciência, e como a ciência olhar para a filantropia? (…)”

 

Trecho de artigo produzido por Andrea Martini Pineda, pesquisadora de pós-doutorado no grupo GEMA Filantropia, vinculado ao Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (IEA-USP), editora do Boletim da ISTR para América Latina e Caribe, representante da Alliance Magazine no Brasil e integrante do Movimento por uma Cultura de Doação. Clique aqui para ler na íntegra.