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“E se pesquisadores pudessem se dedicar plenamente aos seus experimentos, sem a constante preocupação com financiamento? E se houvesse recursos suficientes para cobrir custos como taxas de patentes no Brasil e no exterior? E se a carreira acadêmica fosse mais atrativa para jovens talentos? Em muitos países, isso é possível graças à combinação de investimento público estável com fontes externas de financiamento, que permitem mais liberdade para inovar, testar ideias e assumir riscos: elementos essenciais para o avanço da ciência. No entanto, embora fundamentais, os recursos públicos e suas regras [necessárias] de controle acabam limitando parte dessa flexibilidade. É nesse contexto que a filantropia pode fazer a diferença.
“O financiamento filantrópico pode vir de diferentes fontes: grandes fundações, como o Instituto Serrapilheira, a Fundação José Luiz Setúbal e a Ciência Pioneira, mas também de doações individuais, como contribuições de ex-alunos para universidades, fundos de bolsas e programas de endowment. As possibilidades são diversas, mas ainda pouco exploradas no Brasil. Ampliar essa cultura de doação é um passo importante para fortalecer o ecossistema científico no país.