Crônica de uma doação perdida - Escola Aberta do 3º Setor

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Presente*

Não chorou quando perdeu o trabalho.

Não chorou quando perdeu a casa.

Não chorou quando passou fome.

Mas chorou quando ganhou um ursinho

de uma criança que passou na frente de seu barraco.

“Naquele dia ninguém doou nada. Nem uma moeda, nem uma cesta básica, nem um prato de comida, nem uma peça de roupa. Ninguém doou sangue ou órgãos também. Nem mesmo tempo foi doado. Nenhuma pessoa doou em nenhum lugar do mundo.

“Algumas pessoas até pensaram em doar, é verdade, mas deixaram para o dia seguinte, para a semana seguinte, para o mês seguinte ou para quando desse. Outros também cogitaram doar mas acharam que sua doação não faria diferença, afinal, “já tem tanta gente doando, e eu posso doar tão pouco…” Já outros não doaram porque achavam que não era obrigação deles mesmo, e sim do governo, da igreja, das ONGs, dos milionários… Houve ainda quem não doasse por princípio, para não “acostumar mal” as pessoas que estavam pedindo dinheiro para comida, mas que, no fundo, “iam gastar com bebida ou cigarro”. (…)”

 

Crônica produzida por Vanessa Prata, cofundadora da ponteAponte e do coletivo Labô. É membro do MCD – Movimento por uma Cultura de Doação. Para ler na íntegra, clique aqui.