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“Para balancear minha crônica anterior publicada neste espaço, em que imaginei um dia em que ninguém doasse nada, vamos vislumbrar agora o cenário oposto, um mundo (utópico?) em que todos doam regularmente, sem que nenhuma organização precise ficar captando o tempo todo, sem que ninguém precise ficar pedindo esmolas nas ruas, sem que ninguém tenha que implorar por um prato de comida.
“Imagine que desde cedo as crianças sejam estimuladas a doar. Quando chega o aniversário delas ou o Dia das Crianças, elas acordam animadas, como sempre, mas o primeiro pensamento não é “que presente eu vou ganhar?”, e sim “que brinquedo eu vou doar?”. No lugar da festa no buffet caro, elas convidam os amigos da escola para visitarem um abrigo, e os presentes que seriam do aniversariante são doados para as crianças acolhidas. Todos passam uma tarde agradável brincando juntos, e o aniversariante ganha desenhos e bilhetes de agradecimento, além de fotos e muitas recordações.
“A ideia de “aniversário solidário” não é nova, existem inclusive diversas plataformas que oferecem a opção de transformar o que seria o presente em doação para alguma instituição. Porém confesso que eu mesma nunca fiz (mas já estou anotando para adotar este ano), nem a maioria dos amigos ou familiares. Então ainda temos uma grande oportunidade aqui de sairmos, ao menos um pouco, da lógica capitalista de comprar presentes (que nem sempre o aniversariante vai gostar) e promover uma “corrente do bem” em nome da pessoa que amamos. (…)”
Artigo produzido por Vanessa Prata, cofundadora da ponteAponte e do coletivo Labô e integrante do Movimento por uma Cultura de Doação. Para ler o texto na íntegra, clique aqui.