Comunicação regenerativa para mobilizar recursos e transformar vidas - Escola Aberta do 3º Setor

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“No fortalecimento da cultura de doação no Brasil, comunicar não é apenas divulgar — é articular sentidos, engajar pessoas e sustentar a mobilização de recursos no longo prazo.

 

“Por isso, quando falamos em fortalecer o campo do Movimento por uma Cultura de Doação, é preciso reconhecer: comunicação é estratégia.

 

“Mais do que dar visibilidade, a comunicação de causas é o que conecta propósito à ação concreta. É o que transforma boas iniciativas em movimentos vivos, capazes de mobilizar recursos, pessoas e confiança. Sai do coração, ganha forma com estratégia e se consolida com técnica e constância.

 

“Tenho defendido uma abordagem que considero essencial para esse tempo: uma comunicação integrada, propositiva e regenerativa.

 

“E isso muda tudo.

 

“O fato é que não existe cultura de doação sem confiança. E confiança se constrói com coerência.

 

“A comunicação integrada é alinhar o posicionamento de forma criativa e verdadeira, estar em todos os canais possíveis e adequados a cada situação e, sobretudo, alinhar ações pelo bem comum para que ninguém fique para trás.

 

“Organizações, empresas e governos que comunicam bem são aquelas que vivem o que dizem. Quando há consistência, a comunicação deixa de ser apenas informativa e passa a ser mobilizadora.(…)”

 

Trecho de artigo produzido por Élida Ramirez, jornalista, especialista em Processos Criativos em Palavra e Imagem pela PUC Minas, mestre em cinema documentário pela Universidad del Cine (AR), diretora na Pomar Comunicação e Causas, colunista da Rádio Inconfidência, repórter no Diário do Comércio, coordenadora do Movimento Minas 2032 – Pela Transformação Global e integrante do Movimento por uma Cultura de Doação. Para ler o texto na íntegra, clique aqui.